Segunda - Sexta 07:00 - 19:00

2º Sábado de cada mês

(11) 3021-5251

WhatsApp / Fixo

(11) 3021-3678

Fixo

 

“Epidemia” de zumbido e de Alzheimer – já percebeu?

“Epidemia” de zumbido e de Alzheimer – já percebeu?

Muita gente pensa no zumbido como um problema isolado, mas ele dificilmente aparece sozinho.

A perda de audição – em qualquer grau – é a acompanhante mais comum do zumbido. Aliás, algumas pessoas só ficam sabendo que têm perda porque decidem investigar o zumbido. 

Nós gostamos de rapidez no diagnóstico dos problemas de ouvido porque: 

– os sons entram pelos nossos ouvidos e podem estimulá-los ou agredi-los

– os ouvidos e o cérebro se comunicam através de muitos neurônios

– o cérebro pode reagir bem ou mal aos sons que entram pelo ouvido 

– o zumbido é uma sensação sonora. Assim como com outros sons, o cérebro pode reagir bem ou mal

– a perda de audição, mesmo que seja leve e não atrapalhe a vida das pessoas, diminui a quantidade de sons que conseguem chegar ao cérebro. Isso se chama privação auditiva.

Escuta essa!

Quanto maior o tempo de duração do zumbido e da perda auditiva, sem tratamento, maior a chance de piorar sua qualidade de vida.  

Hoje, eles já podem diminuir o entendimento, comprometer o sono, concentração e o equilíbrio emocional, além das relações familiares, sociais ou profissionais.

Amanhã, sem tratamento, eles podem acelerar a progressão da perda auditiva E da perda de memória! 

Você me ouviu? 

VÁRIOS ESTUDOS COMPROVAM VÍNCULO ENTRE PERDA AUDITIVA SEM TRATAMENTO E DEMÊNCIAS, INCLUSIVE O ALZHEIMER, QUE TODO MUNDO TEM MEDO!

Então, saiba que zumbido, perda de audição e degeneração de neurônios formam um triângulo nada amoroso! Sabe por que?

Neurônio é como um excelente trabalhador, daquele que ganha prêmio de funcionário do mês. Mas ele é super especializado em certos tipos de tarefa. Os neurônios auditivos só sabem trabalhar com sons e alguns se especializam em sons graves, médios ou agudos. 

Por isso, quando parte da audição é comprometida, os neurônios auditivos não recebem a mesma quantidade de informações de antes e ficam menos estimulados. 

Se você só se preocupa com epidemia de doenças contagiosas, preocupe-se também com neurônios auditivos desocupados como se fosse uma aposentadoria precoce. Depois, fica mais difícil recrutá-los quando você quiser. É o que ocorre com quem só decide se tratar depois de muito tempo. Neurônio preguiçoso não quer voltar a trabalhar! 

Por isso, seja rápido quando ouvidos e cérebro demonstrarem que precisam de ajuda. 

Ginástica cerebral é bem vida! 

Considere usar sons baixinhos no dia a dia ou até na hora de dormir, já que eles podem estimular os ouvidos e boa parte do cérebro. Dependendo do grau de zumbido e de perda auditiva, valorize a opinião do seu médico de confiança sobre o teste com aparelhos auditivos. O médico é o profissional que indica esse teste e o fonoaudiólogo adapta os aparelhos para você testar, antes de decidir se vai comprá-los.

Por isso, vale a pena passar pela experiência e ver se você pode beneficiar seus ouvidos e seu cérebro! 

Estamos em sintonia com o FEVEREIRO ROXO, que conscientiza sobre Alzheimer.