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Zumbido ou Barulho no Ouvido

Apito, Chiado ou Cigarra, O que é isso e o que fazer?

O que é?

Zumbido (tinnitus em inglês) é um som percebido nos ouvidos ou na cabeça, principalmente no silêncio. É um sintoma comum, que já afeta 1 a cada 5 pessoas no Brasil (22% da população).

Raramente aparece  sozinho. Muitas vezes vem junto com perda auditiva, tontura ou vertigem, intolerância a sons (misofonia e hiperacusia), insônia, falta de concentração, depressão ou ansiedade, prejudicando a qualidade de vida.

Ouça os principais tipos de zumbido e veja qual se parece mais com o seu.

O que causa?

Há várias causas e mais de uma pode estar presente na mesma pessoa. Por isso, a investigação médica minuciosa é fundamental para definir o melhor tratamento de acordo com os achados.

– Alterações da via auditiva (excesso de ruído, medicações tóxicas, envelhecimento natural);

– Alterações no metabolismo (jejum, doces, cafeína, gluten, lactose, gorduras e deficiência de vitaminas);

– Alterações hormonais (hipotireoidismo, menopausa, andropausa);

– Alterações cardiovasculares;

– Doenças neurológicas;

– Distúrbios psiquiátricos ou psicológicos;

– Alterações odontológicas;

– Alterações musculares da região de cabeça e pescoço;

A entrevista médica e exame físico são essenciais para esclarecer as características do zumbido (tempo, tipo, localização, fatores de piora e melhora); sintomas associados (perda auditiva, tontura, ouvido tampado, intolerância a sons, ansiedade, depressão); antecedentes pessoais e hábitos (profissão, exposição a ruído, doenças concomitantes, uso de medicações, cirurgias, bruxismo, dores, forma de alimentação, uso de álccol tabaco e drogas etc) e doenças familiares.

Também são necessários os exames audiológicos (Audiometria Tonal e Vocal, Audiometria de Altas Frequências, Imitanciometria, Acufenometria e Limiar de Desconforto a Sons) e exames de sangue. Às vezes, pode ser necessário um exame de imagem (tomografia, ressonância magnética, doppler).

Como trata?

Não existe “fórmula mágica”, por isso, as opções de tratamento devem ser personalizadas, ou seja, direcionadas às causas identificadas na investigação. Podem ser usados: mudanças alimentares, medicamentos, terapias sonoras, adaptação de aparelhos auditivos, fisioterapia/quiropraxia/osteopatia, psicoterapia etc.