Segunda - Sexta 07:00 - 19:00

2º Sábado de cada mês

(11) 3021-5251

WhatsApp - (11) 94687-5456

Redes Sociais
 

Emissões Otoacústicas

Teste da Orelhinha: Obrigatório para o bebê após o nascimento

O teste das Emissões Otoacústicas é rápido, fácil, indolor e e sem contra-indicação, por isso pode ser feito em qualquer idade, inclusive em bebês. Ele é mais sensível do que a audiometria para detectar pequenas lesões nas células ciliadas do ouvido.

 

Para bebês e crianças até 2 anos

A audição já começa a funcionar no 5º mês de gestação, mas qualquer bebê pode ter um problema auditivo no nascimento ou depois, mesmo que não haja casos de surdez na família.

Por isso, muitas maternidades realizam as Emissões Otoacústicas (Teste da Orelhinha) em até 48-72 horas após o nascimento do bebê. Caso seja confirmada uma perda auditiva, o início precoce do tratamento pode evitar problemas na fala e no aprendizado da criança.

O primeiro exame deve ser feito na maternidade (até 48-72h de vida) ou, se necessário, até 30 dias de vida do bebê. Se o resultado for alterado, deve ser repetido entre 1 e 3 meses após.

Para bebês de 0 a 30 dias:

– História de surdez na família

– Infecção na gestação : citomegalovírus, rubéola, sífilis, herpes genital ou toxoplasmose

– Deformidades crânio-faciais na orelha e/ou o canal auditivo

– Prematuros ou com baixo peso ao nascimento (< 1.500g)

– Hiperbilirrubinemia: o bebê fica amarelo, precisa fazer banho de luz e transfusão de sangue

– Medicações tóxicas para o ouvido

– Meningite bacteriana

– Nota do APGAR ao nascimento menor que 4 (primeiro minuto) ou 6 (5º minuto)

– Ventilação mecânica na UTI neonatal

– Síndromes neurológicas (Down, Waldemburg etc)

Para crianças de 1 mês a 2 anos:

– Atraso de fala ou linguagem (com 7 meses, já deve imitar sons; com 1 ano já deve falar 10 palavras; com 2 anos já deve falar 100 palavras)

– Meningite bacteriana

– Trauma de crânio

– Medicações tóxicas para o ouvido

– Síndromes neurológicas (Down, Waldemburg etc)

– Otites (infecções de ouvido) persistentes

Para pacientes com Zumbido

O zumbido pode ser consequência de perdas auditivas, mesmo que mínimas. Por isso, quando a audiometria convencional não mostra nenhuma perda auditiva até 8000Hz, é importante complementar a investigação com as Emissões Otoacústicas e/ou a Audiometria de Altas Frequência (9.000 a 16.000Hz).